A Natureza

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A Natureza deve ser considerada como um todo, integrando toda a sua biogeodiversidade.
É através desta união harmoniosa donde a força e a energia são emanadas e que permitem compor a mais bela sinfonia universal.
Todas as criaturas deveriam estar presentes e acompanhar de forma equilibrada a sua evolução e progresso.
O homem como ser mais inteligente, deverá reflectir em seus actos para sua protecção, preservação e conservação.
Ana Paula Oliveira

Década da BioDiversidade - 2011 / 2020 - Vivendo em harmonia com a natureza

Japoneses matam mais de 300 baleias para “pesquisas científicas” - Por Suzana Camargo

Foram 333 baleias Minkes (Balaenoptera acutorostrata) mortas por caçadores japoneses na expedição de quatro meses, terminada em março último. 122 delas eram fêmeas grávidas. Outras dezenas eram imaturas, ou seja, eram jovens demais ainda para se reproduzir.


A alegação é que são “amostras biológicas” que servirão para investigar a estrutura e a dinâmica dos ecossistemas marinhos. A justificativa é a mesma utilizada no ano passado, como mostramos neste outro post, quando um número semelhante de baleias perdeu a vida.

Mais uma vez, as imagens brutais da matança anual das baleias e a desculpa esfarrapada dos japoneses provocaram revolta no mundo todo. Apesar do “objetivo científico” do extermínio, a carne e o sangue dos animais ainda hoje são vendidos em mercados e restaurantes como iguarias.

“A matança de 122 baleias grávidas é uma estatística chocante e triste, prova da crueldade da caça no Japão”, afirmou Alexia Wellbelove, gerente da Humane Society International, em comunicado à imprensa.

Em 2014, uma corte internacional ordenou a suspensão temporária da caça anual das baleias na região. Entretanto, o governo japonês encontrou uma brecha na moratória e, em 2016, voltou a matar os cetáceos alegando que tinha fins científicos e que reduziria o número de mortes para 1/3.

O método utilizado pelos japoneses para capturar as baleias é cruel. Segundo organizações ambientais, elas são mortas com granadas explosivas, colocadas na ponta de arpões. Mas apenas entre 50% e 80% delas morrem instantaneamente, deixando as demais em sofrimento profundo.

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Foto: Tim Watters/Sea Shepherd

Japoneses matam mais de 300 baleias para “pesquisas científicas”
Por Suzana Camargo

Colaboração Professor Claudio Magalhães

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